Publié le 15/03/2009 à 12:00 par osamigosdemalambacai
Introdução
Apos três tentativas falhadas na construção dum poder democraticamente eleito, a Guiné-Bissau caminha mais uma vez para uma nova etapa na busca de caminhos para atingir a sua maturação política, marcando a data de 28 de Junho do corrente ano para a realização das eleições presidenciais antecipadas, terceiras do gênero, num espaço Recorde de nove (9) anos, marcados por três golpes de Estado derrubando os Presidentes João Bernardo Vieira em 1999, Kumba Iala em 2003 e João Bernardo Vieira em 2008, este último assassinado no passado dia 02/03/09, ou seja, um ano antes do fim do mandato para que foi eleito em 2005.
Uma situação trágica surpreendeu tudo e todos, numa altura em que o país acaba de registar uma nota positiva perante a comunidade internacional na sequência das ultimas eleições legislativas, consideradas exemplares tanto a nível nacional como internacional. Certo, fala-se nos últimos três do perigo em que navegava a Guiné-Bissau, num barco sem destino de crime organizado e narcotráfico internacional, que afectava até a classe política nacional e parte do aparelho de Estado. Mas era difícil prever o cenário actual, pois todas as perspectivas estavam viradas para a reforma os sectores de defesa e segurança e a reconciliação nacional, aguardando 2010 para a conclusão do ciclo eleitoral desta legislatura.
A data de 28 de Junho impondo-se como um cumprimento da ordem constitucional, toda a classe política nacional e a população em geral à uma nova reflexão que visa a participação no processo. Os partidos políticos concentram-se na busca de Candidatos cujos perfis irão corresponder com as necessidades prementes do povo.
Enquanto uma das mais carismáticas figuras políticas, Malam Bacai Sanha, que tem marcado e valorizado os diferentes embates políticos desde 1999, constitui hoje a única esperança incontestável e figura política incontornável para assumir o cargo de Presidente da República, com capacidade de fazer face aos desafios que se impõem ao Estado e à Nação Guineense.
O presente Mandato é um documento de orientação que resume a visão política, o contexto, os objectivos, as estratégias e demais razões que justificam mais uma candidatura para assunção do cargo de Mais Alto Magistrado da Nação. Trata-se dum reflexo das idéias dum cidadão que vive a acompanha o dia a dia dos compatriotas partilhando as dores, misérias e dificuldades quotidianas que pesam sobre cada um, seja ele homem ou mulher, jovem, criança ou velho, preto ou branco, sem qualquer outra distinção étnica religiosa.
I. CONTEXTO
A Republica da Guiné Bissau fica situada na costa Ocidental da Africa. Antiga colónia portuguesa, adqueriu a sua independência em 1973. Tem uma superficie de 36 125 km², a sua população é estimada a cerca de 1,5 milhões de habitantes composta por um tecido étcnico diversificado (cerca 20 etnias), com uma taxa de crescimento anual de 2,4%. E dividido administrativamente em oito regiões: Bafata, Gabu, Cacheu, Biombo, Oio, Bolama/Bijagos, Quinara e Tombali.
Após um longo período num regime de governação monopartidário (1974-1991), acabou por abrir-se à democracia pluralista ou multipartidaria, marcada pela realização das primeiras eleições gerais democráticas em 1994, vencidas pelo PAIGC (Partido Africano para Independência da Guiné e Cabo-Verde) e o seu candidato às presidenciais Nino Vieira. Entre varios partidos politicos, a Guiné-Bissau viu o exercicio dum poder politico multicolor virado ao povo, representado na Assembleia Nacional Popular (ANP) cujo o primeiro democraticamente eleito foi o Senhor Malam Bacai Sanha, membro do PAIGC, tendo sido assim sido respeitado o principio de separação de poderes imposta pela Constituição da República adoptada que aponta o país como um dos países com político regime semi-presidencialista.
Com a interrupção do ciclo democrático ocasionada pelo conflito politico militar de 1998, a jovem democracia guineense entrou num clima de incerteza que graças à instauração dum poder transitorio dirigido entre 1999-2000 pelo Senhor Malam Bacai Sanha, culminou com a pacificação das partes beligerantes e a realização de novas eleições gerais, vencidas pelo ex-presidente da Republica Kumba Iala, que por conseguinte veio a ser destituido do seu poder através dum golpe perpetrado em Setembro de 2003. Varias situações de sobressaltos têm caracterizado a democracia guineense ao longo dos dez ultimos anos, não obstante os diversos processos eleitorais (2004, 2005 e 2008) que sempre foram impostos após cada sobressalto. Importa realçar a intervenção e ingerência dos militares nos assuntos ligados ao poder politico civil, desde os primordios da independência, como um dos factores chaves da instabilidade e de atraso, prova disso é o rencente assassinato do Presidente da Republica e do Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas nos principios de Março de 2009.
Em termos económicos, membro da União Economica Monetaria Oeste Africana (UEMOA) desde 1996, a Guiné-Bissau dispõe duma importante reserva de recursos naturais e minérios cujas principais são: petroleo, fosfato, bauxite, ferro, pescado e uma floresta tropical densa e quase virgem. Uma das suas mais importantes riquezas é o Arquipélago dos Bijagos, composto por mais de 80 ilhas e ilhéus, que para além de ser reserva mundial da biosfera, oferece condições para o desenvolvimento dum turismo diversificado. Não obstante, o sector agricola continua a ser o seu principal sector produtivo, ocupando cerca de 80% da população activa, 95% das exportações com o seu principal produto a castanha de caju e mais de 55% do PIB, facto que não lhe impede de figurar na lista dos cinco países mais pobres do mundo, dependendo essecialmente da ajuda externa (cerca de 75%) para garantir a cobertura do seu défice orçamental e assegurar o funcionamento do aparelho do estado, cujo principal problema é a incapacidade de pagar regularmente os salarios aos funcionarios publicos. Os esforços feitos entre 2005/2007 para a melhoria do ambiente de negocios e investimento, não contribuiu substancialmente para inverter a tendência conforme previsto.
Do ponto de vista social, a extrema pobreza, desemprego, o analfabetismo, a falta de condições de acesso aos serviços de saúde, o crescimento acelerado da Taxa de Prevalência do HIV/SIDA (cerca de 8% em 2007), são entre outras situações que caracterizam o quotidiano dos guineenses.
II. Jusfiticação da candidatura
Combatente de Liberdade da Pátria e membro do PAIGC desde 1962, Malam Bacai Sanha, sempre figurou nas fileiras dirigentes do Partido, tendo sido muito cedo, afecto à ala educadora dos combatentes nas matas do sul do país. Os seus estudos em Ciências Politicas na República Democrática da Alemanha (ex-RDA), não podia constituir um handicap para a sua ascenção na arena política e administrativa nacional desde os primordios da independência até a data presente, ocupando sobretudo, funções que revelaram a sua competência abnegação para o bem e desenvolvimento sócio económico da Guiné-Bissau.
Sem escolher a dôr dos outros para manifestar o seu amor à patria, Malam Bacai Sanha, atento à evolução politica tanto como actor como observador, sempre posicionou-se ao lado do povo, afirmando o seu acordo ou desacordo e apontando soluções viaveis quando era necessario. Mas na verdade, os sucessivos mandatos de Nino Vieira e do Kumba Iala entre 1980 até a data presente, nunca foram motivos de paz e sossego para os guineenses que tanto lutaram para merecer a nacionalidade que hoje nos identifica.
Perseguindo os seus objectivos politicos, Malam Bacai Sanha foi chamado varias vezes pelo povo, à candidatar-se para assunção da magistratura suprema da Nação, ocupando em cada participação, a mais clara posição de Homem querido e portador de esperança dum eleitorado pela causa da paz. Duas derrotas sucessivamente na segunda volta das presidencias, nas eleições de 99/00 e em 2005 face aos candidatos Kumba Iala e Nino Vieira, não significam falta de mérito, mas sim a força do destino numa altura em que se decidiu adiar o futuro dum povo que tanto espera e merece ter dum homem que sempre pautou pela causa nacional, preservando os simbolos da paz, estabilidade, justiça social e unidade entre os guineenses, sem distinção de côr, raça, etnia, religião, classe social e ou poder economico e politico.
O deseparecimento fisico do Malogrado Presidente Nino Vieira nas circunstâncias trágicas que todos viveram recentemente, não representa nem motivo de regojizo e de vangloria para lançar mais uma vez a Candidatura do Malam Bacai Sanha, mas sim é um imperativo dever dum Homem, chamado desde a sua infância a dar todo o seu Ser para a consolidação da Democracia, Paz e Desenvolvimento, tão almejados pelo povo.
Não querendo ver agudizar a crise político institucional, causa primaria da dôr e do sofrimento da população em geral e dos jovens em particular, privados de gozar até do minímo necessário para uma vida humana condigna, à saber o acesso à alimentação, saúde, educação, formação, emprego, segurança, etc., MAMBAS decidiu mais uma vez, responder pelo sim ao apelo do Povo, para não só afirmar o seu leadership, como também reforçar a sua acção de construtor e consolidador da paz na Guiné-Bissau. Estas e mais diversas razões, justificam esta a candidatura por natureza do Malam Bacai Sanha.
III. Objectivos
A candaditura do Malam Bacai Sanha tem entre outros objectivos:
Consolidar o poder político e as conquistas da liberdade, independência, democracia e cidadania e soberania nacional, face às ameaças actuais de instauração dum clima de insegurança e instabilidade em curso;
Criar novas bases para o reforço da Unidade Nacional;
Preservar a identidade cultural e a laicidade do país e demais símbolos sagrados da Nação;
Promover uma nova imagem, com vista à reconquista do respeito pela Pátria e atrair investimento para a Guiné-Bissau;
Garantir a paz, estabilidade, justiça social e um desenvolvimento sustentavel para todos os Guineenses;
Contribuir o aumento da competitividade da economia nacional; e Enfim,
Combater o narcotráfico, a corrupção e a vulnerabilidade do Estado, oferecendo aos jovens e às familias, novas oportunidades de sonhar com um futuro risonho.
Publié le 15/03/2009 à 12:00 par osamigosdemalambacai
Nacido no dia 5 de Maio de 1947, na Guiné-Bissau.
Estudos
Licenciado em ciencias politicas na ex RDA (Alemanha)
Profissào : politologo
Funções ocupadas
Em 2005 Candidato do PAIGC nas eleiçoes presidentiais.
Em 1999- 2000, Presidente da Republica por Interino
Em 1994- 1999, Presidente da Asembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau
Em 1991- 1992, Ministro da Informaçao e das Telecomunicações
Em 1990- 1991, Secretario Geral da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau
(central syndical mais representativo do Pais)
Em 1986- 1990, Ministro de Provincia do Leste
Em 1981- 1986, Governador da Região de Gabù
Em 1975- 1976, Administrador da Região de Biombo.
De 1962 até a data ele fica sempre militante do PAIGC, o maior Partido politico do Pais .
Publié le 15/03/2009 à 12:00 par osamigosdemalambacai
O programa politico que anima a Candidatura do Malam Bacai Sanha, será orientado por uma visão clara daquilo que este Candidato do Povo, deseja construir como Nação, sustentada por uma série de eixos estratégicos e acções inspiradas do quotidiano dos Guineenses e do contexto de crise da economia mundial.
1. Visão politica
Uma Guiné-Bissau democrática, de paz, estabilidade, segura, em vias de um desenvolvimento sustentável.
2. Eixos estratégicos
Consolidação do Estado de Direito
Reforço de segurança, justiça e estabilidade
Salvaguarda da Unidade Nacional e de identidade patriótica
Relançamento da economia e combate à pobreza e desemprego
Instauração dum novo diálogo politico entre os guineenses, assim como uma cooperação sólida com base nos principios de equidade e justiça, entre a Guiné-Bissau e o seus parceiros
Preservação e conservação da natureza e meio ambiente nacional, garantindo uma exploração e distribuição racional dos recursos naturais disponíveis
Fazer renascer a esperança de um novo viver em cada cidadão Guineense em geral e na juventude em particular
3. Acções
Com base nesses eixos, as acções programáticas do Presidente da República articular- se-ão como se segue:
Reformar a Constituição da República, com vista à reforçar a Lei Fundamental e criar um quadro institucional harmonioso e adaptado a um diálogo franco e permanente entre o Presidente da República, o Governo, ANP e Supremo Tribunal de Justiça;
Manter o principio de separação de poderes e o respeito pela Constituição da República e demais Leis vigentes;
Promover a Democracia, Paz, Estabilidade, Direitos Humanos e Liberdade;
Combater a crminalidade, a corrupção e a impunidade, participando na busca de meios para autonomização dos tribunais e construção de novos prisões;
Reforçar a segurança nacional através de criação de politicas que visam assegurar as infrastruturas soberanas do Estado nomeadamente ANP, Presidência da República, Supremo Tribunal de Justiça, Primatura e os diversos edificios governamentais, assim como a segurança pessoal de todos cidadãos depositários da Autoridade do Estado;
Reconquistar o respeito e a participação condigna da Guiné-Bissau na sociedade das Nações respeitadas do Planeta;
Incentivar e garantir um ambiente favorável ao regresso da diáspora, assim como entrada de divisas e novos investimentos no sector privado, através dum novo Quadro Juridico legal adaptado;
Lançar uma nova dinâmica de cooperação ao desenvolvimento, desempenhando o papel de principal promotor da imagem do país interna e externamente;
Encorajar o aumento de produção e consumo local, como forma de combater a fome e pobreza, visando sobretudo a auto-suficiência alimentar;
Velar pelo respeito das normas que visam combater a exploração abusiva e irracional dos recursos naturais e minerais do país (petroleo, fosfato, bauxite, pescado, etc.);
Criar o valor acrescentado, através duma politica de incentivo à transformação local dos recursos naturais e dos produtos nacionais;
Valorizar os sectores sociais, investindo cada mais no Ensino e Saúde, através de criação de estruturas autónomas de apoio e gestão destes dois sectores vitais da nossa sociedade;
Favorecer a criação des Centros de Formação de Referência, dando ênfase aos sectores de Engenharia e Inovação Tecnológica;
Conceber um programa específico de modernização das infrastruturas públicas (Estradas, Pontes, Habitação Social, etc.) inspirado das Grandes ideias do Presidente da República;
Concorrer para obtenção de Fundos de Crédito e de Investimento, estimulando sobretudo a industrialização dos Sectores da Agricultura, Pesca, etc., como forma de criar novos postos de emprego e participar no combate à podreza e vulnerabilidade dos jovens;
Reforçar a participação feminina nas instâncias do poder e de decisão, dando ênfase à competência e o saber-fazer;
Apoiar o Governo na implementação do DENARP e em todas acções que visam atingir os Objectivos do Milénio para o Desenvolvimento (OMD); en Enfim;
O mais importante e indespensável, modernizar a rede energética nacional, investindo na busca de soluções viáveis para o alcance dos objectivos da Guiné-Bissau na OMVG e propagação das energias renováveis em todo em beneficio de todos os cidadões.
PERSPECTIVAS DO FUTURO
Viajando na historia política da Guiné-Bissau, conclui-se que esta Nação necessita hoje, mais do que nunca, dum verdadeiro líder, dotado duma cultura política sólida, baseada numa longa experiência na gestão do Estado e da coisa pública. Este homem, só pode ser identificado na figura do Malam Bacai Sanha, o único homem com cariz e capacidade de tirar o país da sua actual paralisia politica, económica e social.
Por isso, a perspectiva do dia 28 de Junho de 2009, será sem sombra de dúvida, a vitoria do Malam Bacai Sanha (candidato do povo e nova esperança) e a assunção da nobre missão de estabelecer um regime democrático estável e viável.
Esta nova esperança chama- se « doutor Malam Bacai SANHA »
Publié le 15/03/2009 à 12:00 par osamigosdemalambacai
Agora e apôs de todas as dificuldades atravessadas, é fundamental restaurar a nosso apego aos valores do estado e a democracia, de criar as condições para a formação de uma consciencia nacional e de reforçar os laços de soliedariedade social condição sine qua non para reafirmar a unidade nacional.
A aspiração à mudança tão desejada nas sucessivas eleições desde 1994 não conseguiu realizar- se, não obstante o forcing de 2005 que também nada resolveu.
Desde esta data, a situaçào piorou- se e o diario da vida politica surpreendeu todos os observadores tornando um repertorio de violações constantes da constitução e das liberdades individuais e a população conseguiu supertar sempre esta situação.
O seu apego a esta pátria de Amilcar CABRAL « Pai da Nação » e tantos outros pela qual dedicou toda a sua vida, o crédito que acordamos à este povo e à esta terra leva- nos a aceitar com muita honra e empenho de relevar de novo o desafio patriótico de apresentar a minha candidatura à Magistratura Suprema da Nação conformemente ao pedido de um grande número de concidadãos.
A minha candidatura inscreve-se numa linha de emêrgencia de uma nova época que convida os guineenses a relevar o desafio de criação de uma nova República. A base desta nova República repousar-se-á sobre um desemvolvimento sustentado e global da Guiné-Bissau sobre uma estabilidade permanente onde o poder politico é respeitado no espirito de participação directa e activa dos cidadãos podendo permitir a consolidação do sistema democratico excluindo as guerras fratricidas.
O nosso passado enquanto Chefe de Estado Interino moustrou ao povo guineense que podia dirigir convenientemente o Estado. Com efeito, naquela época havia um équilibro no seio do Estado e um progresso no país. As instituições democraticas funcionavam idealmente como ponto de partida para restaurar definitivamente a paz e a estabilidade.
É este contrato da paz e da estabilidade acesso nos principios que sempre defendi que quero árduamente renovar com a Nação Guineense.
Para que a esperança do povo Guineense renasça, é vital reafirmar a credibilidade do Estado que repousará num Presidente da República, capaz de assumir as suas responsabilidades, de relevar os desafios inerentes, de criar um ambiente institucional favoravél a um dialogo de pacificação nacional e de garantir os direitos e liberdades fundamentais, assim como o respeito dos principos dum estado de direito.
Este Presidente da República será em cima de todos os partidos politicos, respeiterá a Constituição, arbitrará na serenidade e imparcialidade o jogo democrático, deverá ser capaz de juntar todos os guineenses independentemente das suas origens, convições politicas, crenças religiosas ou estatutos sociais na obra de reconstrução da Nação de refazer a Unidade Nacional e a paz.
Claro, é um desafio que supõe o respeito de todas essas diferenças que constituem o fundamento da nossa sociedade e a capacidade de valorisar e de catalisar a diversidade etnicocultural do país será no seio do desafio da reconstrução. O nosso desejo ardente se o povo nos acorda a sua confiança enquanto Presidente da República, iremos usar da nossa competência para defender e garantir com muitas intransigências o respeito da lei fundamental de Nação, a Constituição da República apoiando-nos sempre no interesse superior do país.
Com os aparelhos de Estado funcionando independentemente sem nenhuma manipulação, o nosso combate será a moralização e a transparência da vida pública e da Nação. Será exigido ao Governo e todas instituições do Estado uma gestão sã e rigorosa da coisa pública sem esquecer de combater duramente a corupção e o Crime organizado (tráfico de droga). Tambem será preciso vijiar a gestão eficiente do sector público criando as condições para emergência dum sector privado performante. Será preciso trabalhar para criar a riqueza afim de satisfazer gradualmente e definitivamente o atraso económico e social do país, causa principal de instabilidade e das tensões.
Será preciso garantir as melhores condições da vida as populações, viabilisar acesso a educação e a formação profesional, criar empregos duràveis, atrair os investidores e reducir a taxa de mortalidade e de analfabetismo.
Será preciso actuar para restaurar a soberania do Estado em todo o país afim de estabelecer um Estado moderno, democrático, promotor de dignidade humana e que assegura a todos, o acesso ao direito e a igualidade perante a justiça. Não será tolerado que as pessoas sejam molestadas na sua integridade fisica e moral, nem que as suas liberdades de expressão, a sua consciença religiosa e de culto sejam violadas.
O Estado garantirá igualmente a liberdade de aprender e de ensinar, o acesso ao trabalho, a execução da política do pleno emprego e o respeito de todos os outros direitos constituicionalmente consagrados, este papel do Estado será concorrenciado pelos partidos políticos que buscaram exprimir para esta concorrência a vontade popular num espirito de unidade a volta do Estado e da democracia politica.
No dominio económico, o Presidente de República no quadro das suas atribuções contribuirá na constituição duma economia moderna baseada nas regras sãns do mercado, garantirá e regulará os interesses globais da Nação, racionalizará os circuitos de distribução e combaterá as actividades especulativas e as práticas comerciais restritivas.
Deve também no mesmo domínio encorajar as iniciativas, valorizar a gestão da principal capital de que dispõe o país : os recursos humanos, também harmonisar a gestão dos recursos naturais salvaguardando a sua capacidade de renovação, equilibrar a ecologia, valorizar o ambiente e defender a natureza.
A reforma e modernização da administração publica sucitará particularmente a nossa atenção e deve merecer uma protecção da sociedade e do Estado. Neste espirito, todas as condições favoráveis para a realização pessoal de todos o membros de cada membro de família assim como na sua inserção social devem ser estabecidos sobretudo pelas crianças orfãs e abandonadas.
O estado buscará entreter uma relação de parceria com a sociedade civil que pelas suas caracteristicas poderá ajudar na resolução dos problemas e alertar o estado das possibilidades de crise ou de ruptura que poderiam acontecer no país. Enfim, o Estado privelegiará a investigação científica e a inovação tecnológica.
No domínio da cultura e tomando em conta da diversidade etnocultural da Guine Bissau, vamos encorajar a promoção da cultura nacional como factor indispensável de mistura e de desenvolvimento socio económico do país.
Os combatentes da liberdade da pátria que lutaram árduamente com muita abnegação e desinteresse pela independência nacional, merecerão o nosso eterno gratidão e respeito. Também a importância e delicadeza do caso desses valentes combatentes, que não é ainda definido e que a causa da instabilidade do país merece uma atenção particular. Vamos promover com instituições pertinentes do Estado e as forças politicas uma solução definitiva capaz de garantir reconhecimento da pátria e os proporcionar direito à uma vida compatível com os seus estatutos.
O meu empenhamento com os meus colegas e irmãos « antigos combatentes » é de os criar um fundo especial de assistência para a saúde que lhes permetiriam de ter uma cura adequada aos seus estatutos.
O Presidente da República deve desempenhar um papel fundamental no quadro da politica externa do país em concertação com o governo para defender a integridade do territorio nacional. Do mesmo modo, deve promover a mistura, a União e a Igualidade entre os povos; a não ingerência nos assuntos internos dos outros estados, trazer soluções pacíficas aos conflitos, eliminar todas as formas de agressões visando a criação duma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça no mundo.
O nossa intima convicção é de tentar dar a Guiné a sua identidade como um país responsável, de repô- la no seu verdadeiro lugar, porque a afirmação dum país no plano internacional passará por uma atitude cada vez mais activa em matéria de competências e de participação constante na cena politica internacional.
A incompetência e o laxismo que caracterizavam a nossa saida no exterior contribuiram para manchar a nossa imagem e a nossa posição no plano internacional. Esta situação agravou-se com o desinteresse da comunidade internacional sobretudo quando esse pequeno país é membro de organizações internacionais complexas tais como UEMOA/ CEDEAO/ UA/ CPLP/ FMI/ BM/ ONU etc.
Frente a esta situação, a estratégia a adoptar passará pelo reforço é a valorização da nossa posição no domínio económico, politica, e diplomática, domínios mais salientes das organizações internacionais, sem ometer adoptar atitudes responsáveis e coerentes.
Enfim, tentaremos com a nosso influência e a nossa longa experiência acumulada na vida e na careira politica em favor da Nação de fazer abrir e escutar nos diferentes fóruns internacionais a voz da Guiné-Bissau nas fileiras de promoção e de aceleração do proceso de integração subregional e Africana.
Publié le 15/03/2009 à 12:00 par osamigosdemalambacai
APPOIANTES DE MALAM BACAI SANHA
NA SEGUNDA VOLTA DAS ELEÇÕES PRESIDENÇIAS DE 2005
Publié le 15/03/2009 à 12:00 par osamigosdemalambacai
APOIO FINANCEIRO- CAMPANHA ELEITORAL 2009
PODEM CONTRIBUIR PARA A CAMPANHA ELEITORAL DO CANDIDATO MALAM BACAI SANHA, fazendo uma doação na Conta Seguinte:
Caixa Económica – Montepio Geral
Lisboa, Portugal
Código Swift: MPIOPTPL
For credit to (Depositar a favor):
Banco da África Ocidental (BAO), SA
Rua Guerra Mendes, 18 A/C
Caixa Postal 1360 Bissau, Guine Bissau
Telefone: + 245-20 3418
Numero de Conta: 000938010013
Titular da Conta: Malam Bacai SANHA
Codigo de Banco: S 0096
Codigo Balcão: 01001
Chave(RIB): 1
Publié le 15/03/2009 à 12:00 par osamigosdemalambacai
Caros amigos;
Agradeço vosso apoio pela Facebook
www.facebook.com
1. Ficha Malam Bacai SANHA
2. Grupo de apoio "os amigos de Malam Bacai"
Podem tambem me escrever pelo email:
malam.bacai.sanha@gmail.com
Publié le 15/03/2009 à 12:00 par osamigosdemalambacai
Caros amigos;
Tenho o prazer de vos oferecer a versão em francês do meu blog no endereço seguinte:
http://lesamisdemalambacai.centerblog.net/
Em baixo o endereço da versão inglêsa:
http://friendsofmalambacai.centerblog.net/
Obrigado pelo vosso apoio.